Sim, cheguei no Brasil sábado, depois de esperar 8 horas em São Paulo porque, como todos os que viram Jornal Nacional sabem, o Salgado Filho tem fechado por causa do mau tempo.
Eu acho que vou iniciar uma campanha para criar um ponto turístico internacional em Porto Alegre para que comecem voos diretos da Europa, porque viajar 12 horas e ainda ter que esperar em São Paulo não é lá muito divertido.
Falando em Porto Alegre, hoje de tarde depois do dentista, to indo para lá.
Ah sim, imaginem só o que eu vi na casa dos meus pais domingo, logo que cheguei de Porto Alegre??? Quem ta pensando que foi uma barata acertou em cheio. Até no inverno elas me perseguem…
Vou ali comer uma bergamota, da árvore plantada pelo meu pai, como ele fez questão de deixar bem claro.


Bem vinda a terrinha, tchê! Agora, sair do frio das bandas do norte para cair no Sul em pleno julho e ser perseguida por baratas… Tem certeza que não foi uma pegadinha da família, com aquelas baratas de plástico, que puxam por uma cordinha? Vai ver que era… Liga não: em dois dias já se acostumou. Agora, o que você vai estranhar é que não precisa ir tão longe assim (EUA) para perceber a indústria do medo. Ela etá logo aí, em cada esquina. E dá-lhe segurança, guarita, alarmes, blindados e vidros escuros nos carros. Não é privilégio do Rio ou de São Paulo, muito menos de Portinho. Esta presente em cidades que mal e mal deiaram de ser vilarejos. Mas deixemos estas histórias tristes de lado: agora, é curtir a terrinha, guria! Ethel SC
Oi Ethel, que gafe, nem respondi teu outro comentário: o meu papel que estava faltando foi encontrado e tudo deu certo.
A barata era bem de verdade, se mexia e tudo.
Eu percebi a indústria do medo e a campanha contra os pobres, assisti a TVCOM e RBS 2 dias e tive a nítida impressão de que eles querem instalar umas câmaras de gás em algum lugar remoto do estado para se livrar dos pobres, minha irmã já disse que vai desconfiar se os mendigos de Porto começarem a desaparecer.
Eu fiquei muito triste em ver que quem tem um pouco de dinheiro se julga pertencente a uma casta superior, que tem direito de ignorar os outros, se proteger de quem não tem tanto e supostamente cobiça seus bens e de tratar mal as pessoas.
Não sei se estou sendo inocente demais, mas qualé a dos motoristas dos carros com vidro preto que não param na faixa. Será que pensam que são melhores do que eu que estou caminhando?? Se alguém tem que ser melhor essa sou eu que to andando, não to poluindo, não to contribuido para engarrafamentos e ainda to fazendo um exercício. Humpf!